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26 maio

Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da M

A Faculdade que mais cresce na região

Cursos autorizados pelo MEC

No dia 28/05/15 os alunos do 7º período do curso de Enfermagem estarão no hall da Faculdade orientando sobre a Saúde da Mulher e a Redução da Mortalidade Materna, sob a orientação da Profa. Isa Raquel Costa Oliveira.

O objetivo da atividade é orientar a comunidade acadêmica sobre os riscos de pré-eclâmpsia, eclâmpsia, trabalho de parto prematuro e outros problemas gestacionais.

Segundo informa o coordenador do curso de Enfermagem, Prof. Eduardo Nogueira Cortez, o evento está associados às disciplinas saúde da mulher e do recém nascido, às práticas de campo e ensino clínico III. E ressalta que a atividade visa, “orientar a comunidade acadêmica, sobre o planejamento consciente da maternidade e paternidade, sobre os benefícios do pré-natal, maternidade segura, cesarianas desnecessárias e abortos provocados”.

Sobre o dia 28/05: 

A data é especialmente importante para as mulheres. A data marca o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna.

Esta mobilização teve início no IV Encontro Internacional Mulher e Saúde, que ocorreu na Holanda, em 1984. Três anos depois, na 5ª edição do Encontro, realizada na Costa Rica, foi proposto que, daquele momento em diante, fosse escolhido um tema relacionado à saúde da mulher para ações políticas, a serem realizadas sempre no dia 28 de maio. Desde então, a data tornou-se referência para a reflexão internacional sobre saúde da mulher.

Já em 1988, aconteceu a Campanha de Prevenção da Mortalidade Materna, coordenada pela Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Reprodutivos e pela Rede de Saúde das Mulheres Latino-Americanas e Caribenhas, com envolvimento da Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, do Brasil. Após essas manifestações, o governo brasileiro, através da Portaria do Ministério da Saúde nº 663/94, instituiu o dia 28 de maio como Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil reduziu sua taxa de mortes maternas em 43% desde a década de 90 até 2013. Outros países mencionados pelo relatório são Peru (64%), Bolívia e Honduras (61% cada), República Dominicana (57%), Barbados (56%), Guatemala (49%), Equador (44%), Haiti (43%), El Salvador (39%) e Nicarágua (38%). A OMS alerta que, ainda assim, nenhum dos países da região tem condições de alcançar meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) de reduzir 75% a taxa mortalidade materna até 2015.
 

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